O DESBRAVADOR DE BORDÉIS - CAPÍTULO II
O COITO
Fui o último a acordar. Corri para o
chuveiro. Enquanto me banhava, lembrei-me do que ocorrera durante a noite e me
masturbei. Dentre todas as loucuras que já fiz essa era a mais “inocente”, mas
sem dúvida, foi também a mais excitante.
Ficamos mais ou menos uma semana
cercando um ao outro. Na presença dos outros, e principalmente na de Rita,
agíamos como se não nos suportássemos, mas, era nos raros e curtos momentos de
privacidade que a libertinagem acontecia. Aquilo era tão juvenil que chegava
até a ser ridículo. Nós poderíamos ir até um motel e foder até ficarmos
assados, mas não; fazia parte da libidinagem esse medo de sermos pego.
Um dia, sem pretensão alguma, chego à
casa de Rita e ninguém vem me atender ao portão. Como eu já frequentava aquela
casa há alguns anos, não tive nenhuma dificuldade para entrar. A gente sempre
descobre um macete para abrir o portão, sabe onde fica a chave reserva essas
coisas. Subi até o quarto de Rita imaginando que ela estivesse dormindo.
Ao abrir a porta do quarto me deparei com ela, não a Rita, minha namorada, mas sim, a Cecília, sua prima. Ela estava dormindo sozinha e usando apenas calcinha; uma calcinha preta e minúscula. Suavemente eu abri suas pernas e comecei a beijar a parte interna de sua coxa. Os beijos iam subindo até eu chegar à sua buceta. Delicadamente, eu coloco de lado sua calcinha e começo a chupá-la. Minha língua subia e descia deixando os seus lábios molhados. Ela estava com o sono bem leve, meio que acordada, mas preferiu fingir inconsciência. Começo a chupar apenas o seu clitóris e simultaneamente a colocar o meu dedo indicador, bem devagar, na sua buceta. Neste ponto Cecília já não é mais capaz de fingir que está dormindo. Começa a passar as mãos no meu cabelo e a esfregar sua buceta na minha cara. A sua excitação é tanta que eu consigo notar que ela está gozando. O gemido que Cecília solta ao alcançar o orgasmo é tão sexy e poderoso que eu não consigo me conter. Seguro seu quadril com força, e com muita velocidade eu soco o meu pau na sua buceta. Ela grita. Um misto de susto e tesão. Força, velocidade e tesão, muito tesão. Eu não consigo mais segurar o gozo, Cecília é muito gostosa.
Eu ralho:
- Eu vou gozar!
Me levanto e Cecília se ajoelha com a boca aberta. Eu gozo dentro de sua boca.
Ao abrir a porta do quarto me deparei com ela, não a Rita, minha namorada, mas sim, a Cecília, sua prima. Ela estava dormindo sozinha e usando apenas calcinha; uma calcinha preta e minúscula. Suavemente eu abri suas pernas e comecei a beijar a parte interna de sua coxa. Os beijos iam subindo até eu chegar à sua buceta. Delicadamente, eu coloco de lado sua calcinha e começo a chupá-la. Minha língua subia e descia deixando os seus lábios molhados. Ela estava com o sono bem leve, meio que acordada, mas preferiu fingir inconsciência. Começo a chupar apenas o seu clitóris e simultaneamente a colocar o meu dedo indicador, bem devagar, na sua buceta. Neste ponto Cecília já não é mais capaz de fingir que está dormindo. Começa a passar as mãos no meu cabelo e a esfregar sua buceta na minha cara. A sua excitação é tanta que eu consigo notar que ela está gozando. O gemido que Cecília solta ao alcançar o orgasmo é tão sexy e poderoso que eu não consigo me conter. Seguro seu quadril com força, e com muita velocidade eu soco o meu pau na sua buceta. Ela grita. Um misto de susto e tesão. Força, velocidade e tesão, muito tesão. Eu não consigo mais segurar o gozo, Cecília é muito gostosa.
Eu ralho:
- Eu vou gozar!
Me levanto e Cecília se ajoelha com a boca aberta. Eu gozo dentro de sua boca.
Comentários
Postar um comentário