O DESBRAVADOR DE BORDÉIS - CAPÍTULO II
O COITO Fui o último a acordar. Corri para o chuveiro. Enquanto me banhava, lembrei-me do que ocorrera durante a noite e me masturbei. Dentre todas as loucuras que já fiz essa era a mais “inocente”, mas sem dúvida, foi também a mais excitante. Ficamos mais ou menos uma semana cercando um ao outro. Na presença dos outros, e principalmente na de Rita, agíamos como se não nos suportássemos, mas, era nos raros e curtos momentos de privacidade que a libertinagem acontecia. Aquilo era tão juvenil que chegava até a ser ridículo. Nós poderíamos ir até um motel e foder até ficarmos assados, mas não; fazia parte da libidinagem esse medo de sermos pego. Um dia, sem pretensão alguma, chego à casa de Rita e ninguém vem me atender ao portão. Como eu já frequentava aquela casa há alguns anos, não tive nenhuma dificuldade para entrar. A gente sempre descobre um macete para abrir o portão, sabe onde fica a chave reserva essas coisas. Subi até o quarto de Rita imaginando que ela estivesse do...