O DESBRAVADOR DE BORDÉIS - CAPÍTULO I


A PRIMA GALDÉRIA

Gente falando alto e subindo as escadas. Pronto. Me acordaram. Eu odeio várias coisas, e ser acordado desnecessariamente é uma delas.
- Eu comprei uma blusinha linda, Cecília, você tem que ver...
Putz! A prima da Rita está aqui. Puta de uma tagarela do caralho, guria chata da porra! Vou fingir que ainda estou dormindo, vai que elas se tocam e calam a boca.
- ...Mas vamos falar baixo porque o Roberto ainda está dormindo.
- Beleza.
Elas entram e acendem a luz. Cubro a minha cabeça com o cobertor numa demonstração clara de que estou sendo incomodado. Acho que a mensagem ficou nítida, pois, elas pegam o que precisam e saem rapidamente. Tento voltar a dormir, mas o sono já se foi. Levanto, vou ao banheiro lavar o rosto e desço até a cozinha para tomar café.
- Bom dia, dona Andréia.
- Bom dia, Roberto.
- A Rita não está?
- Não, ela foi ali com as meninas e já volta.
- Meninas?
Como se eu não soubesse que ela se referia a Rafaela minha cunhada e a Cecília.
- É. A Cecília está aqui. Lembra-se dela?
- Sim, claro. É aquela que mora no interior.
- Isso. Ela vai passar umas semanas aqui.
- Legal...
- Legal nada. A Cecília é uma folgada, igualzinha à mãe dela.
- Mas aí no caso a mãe dela é a sua irmã. E você está falando mal da própria irmã?!
- Se eu te contar o que ela já me aprontou você vai me entender.
Andréia é o tipo de mulher infeliz. Daquelas que reclamam de tudo e qualquer coisa é motivo para armar um barraco. Ainda bem que as meninas chegaram e a Andréia calou a boca.
- Bom dia, amor!
- Bom dia, meninas.
- Acordou a bela adormecida...
Nossa como a Cecília está diferente. Emagreceu e está com uma expressão mais madura. E esse batom vermelho? Ficou com uma cara de vagabunda. Adoro mulher vagabunda. Fora o detalhe de ela estar uma delícia, o resto continua o mesmo; fala pra caralho!


A noite eu e as meninas resolvemos ir até uma pizzaria. No caminho até a pizzaria um bêbado mexeu com uma delas; perdi o controle e bati no cara. Rita e Rafaela acharam desnecessário a minha atitude. Cecília não disse nada, porém, deixou claro que tinha aprovado a minha atitude. Após algumas cervejas as meninas esqueceram o ocorrido. Na verdade, eu acho que elas esqueceram que eu também estava na mesa, pois, uma espécie de sessão de confessionário havia começado. Era um tal de contar o podre uma da outra, de contar vantagem e coisas do tipo.
Cecília, sem dúvidas, era a mais safada das três que estavam na mesa. Eu já conhecia sua fama de “putinha” da família, mas nunca dei atenção para estas histórias, até porque elas têm mais cara de fofoca do que de realidade. Mas confesso que ouvi-las da sua própria boca e com uma riqueza muito maior de detalhes, me deixou fascinado. 


Voltamos para casa de madrugada. Na TV estava passando Dois Homens e Meio. Peguei os colchões no quarto e levei para a sala. Como havia muita gente para pouco colchão, resolvemos juntá-los para deitarmos todos juntos. Eu fiquei de conchinha com a Rita, Cecília atrás de mim e a Rafaela atrás da Cecília. A TV estava programada para desligar após 40 minutos. Passaram-se os 40 minutos e o silêncio tomou conta da casa. Todos dormiam e eu só conseguia pensar nas peripécias sexuais de Cecília. Como era safada aquela guria. Como ela ficou gostosa desde a última vez que a vi.
A ideia de ter deitada atrás de mim alguém tão promíscua me deixou louco. Eu queria aquela guria de qualquer jeito. Queria socar o meu pau latejante naquela buceta. Queria colocá-la de quatro, abrir aquela bunda branca e chupar bem gostoso aquele cu.
Não consegui me controlar. Discretamente comecei a acariciar a bunda de Cecília. O meu coração disparou e a adrenalina corria em minhas veias. E se ela acorda e faz um escândalo? Estou fodido! Ah... Que bunda durinha... Puta que me pariu, a Rita acordou! Rapidamente eu recolho a minha mão.
- Roberto, o que você está fazendo?
- Nada, ué.
- Por que você está de pau duro?
- Porque eu tô te encoxando.
- Humm...

Acho que a minha resposta foi convincente porque a Rita se virou e voltou a dormir, mas certamente eu dei um vacilo. E a Cecília, se ela estava acordada esse tempo todo e amanhã resolve contar tudo pra Rita? Caralho, como eu sou vacilão!
Um silêncio ensurdecedor misturado a um sentimento de culpa e arrependimento tomou conta da minha mente.
De repente sinto a mão da Cecília acariciando a minha nuca. RÁ! A filha da puta estava acordada e ainda por cima estava gostando. Tentando ser mais discreto que a última vez, tentei colocar a minha mão por dentro da sua calcinha, mas ela me impediu. Preferiu colocar a sua mão por dentro da minha cueca. Apertou o meu pau com força e sentiu que era grosso e duro como o cano de um revólver .44 Magnum de 6 polegadas.
Cecília começou a me masturbar devagar, porém, de maneira intensa. Ela fazia movimentos circulares de cima para baixo e de baixo para cima e os repetiu até eu gozar. 


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